Douglas ja dentro do carro não conseguiu dar a partida, antes precisava responder pra si a pergunta que qualquer um que tivesse conhecimento dos ultimos acontecimentos faria. Como as coisas foram chegar ao ponto que estão?
Talvez seja tão inesplicavel quanto uma criança queimando um formigueiro com uma lupa. Em parte aquilo tudo é pura maldade - pra quem ve de longe -, mas não sabem o universo novo que a criança descobre nesses experimentos, ao ver aqueles corpinhos se contorcendo e depois não fazendo mais nada. Sentir sua mente voar pela janela às vezes faz parte do plano. Depois de tudo, o ensinamento das formigas servem pra a criança saber que, o que está acima e tem poder, pode te detonar ou te jogar um torrão de açucar. E nisso Douglas pensou no quanto Deus era cruel e se realmente ele existia.
Talvez seria melhor ele se matar, mas o intrigava tanto saber o ponto em que o retorno ja era inviavel, devido a inercia dos acontecimentos. "O fim não justifica os meios", pensou. A problemática do assunto é que nada tinha sentido e por isso nada tinha um proposito. A unica motivação era o teste do proprio espirito, então resolveu pensar quando ele e Marcos ainda estavam no segundo ano do colegial e por um convite do amigo resolveu entrar nessa merda toda chamada: O clã das Araras-Vermelhas.
terça-feira, 26 de maio de 2009
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